Juve no BetBoom RUSH B Summit Season 2

Juve sobre primeiro semestre do Fluxo: “Faltou um extra de todos”

Equipe não conseguiu se classificar para o Major

O primeiro semestre do Fluxo foi longe do esperado. A equipe não conseguiu vencer títulos no Brasil e também acabou ficando de fora no IEM Cologne Major. Para o treinador do time, Gustavo “Juve” Alexandre, faltou um “extra” de todos da equipe para conseguir resultados melhores e alcançar o objetivo de ir para o Major.

“Desde que eu cheguei, acho que, no geral, fomos consistentes. Em todos os torneios que disputamos, passamos sempre da fase de grupos, chegamos sempre aos playoffs. Inclusive, acho que esse foi onde fomos mais longe, ficando em terceiro lugar. Mas acho que os resultados nunca foram além disso. Nós queríamos um pouquinho mais. Tanto nos jogos contra a RED Canids quanto contra a Sharks, não conseguimos dar o passo a mais nesses jogos e acabamos sempre ganhando das equipes que seriam, entre aspas, as ‘inferiores’. Ou seja, fomos consistentes em ganhar de quem era inferior ou de igual nível. Faltou um pouquinho mais.”

De acordo com Juve o time poderia ter chegado no Major se tivesse ido melhor em torneios como os dois CCTs que foram eliminados nas primeiras rodadas dos playoffs, ou se o time tivesse dado um “extra".

“Acho que faltou um pouquinho mais de ‘extra’ de todos. Há momentos em que estamos falando uns com os outros, pode haver alguém com menos atenção e as coisas acabam por fugir. Isso dentro do jogo faz a diferença. Foi um pouquinho de todos; o extra que faltou de todos, inclusive de mim. Eu poderia ter dado um pouquinho mais em certos momentos. Nos CCTs fomos muito mal, não fizemos praticamente nada, fomos eliminados duas vezes nos primeiros jogos. E são nessas situações que deveríamos ter ganho ou chegado à final para ganhar pontos que talvez hoje fizessem a diferença para o ranking do Major, esses 40 ou 50 pontos que poderíamos ter feito a mais em cada um.”

Juve disputou um Major como treinador, chegando até a as quartas de final do BLAST.tv Paris Major em 2023 quando comandava a Into The Breach. Porém, o treinador não disputa um mundial há três anos, e contou que quer mostrar que merece estar no principal palco de CS2.

“Eu tenho um objetivo pessoal. Obviamente, quando eu vim, acreditava que era mais do que possível ir ao Major. Faltou um pouquinho ‘extra’ talvez nos torneios e não nos classificamos, é a realidade. Como objetivo pessoal, fico um pouquinho triste porque já faz três anos que não vou a um Major, apesar de que na única vez que fui, cheguei logo aos quartos de final. Mas, quem vive do passado é museu, e eu quero provar novamente que mereço estar nesses palcos, e levar os rapazes comigo.”

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