
FACEIT e Google fazem parceria para banir cheaters
A FACEIT fez uma parceria com o Google com o objetivo de aprimorar técnicas para banir cheats com IA da plataforma. Desenvolvedores do anti-cheat, cientistas de dados e membros da equipe estiveram durante dois dias no escritório do Google, em Londres, para refinar o trabalho ao lado dos engenheiros da empresa.
A notícia foi compartilhada por Amir Arshad, Diretor de Produto de Integridade Competitiva da FACEIT, que explicou quais foram as principais abordagens trabalhadas em parceria com os engenheiros do Google. Além de treinar modelos para reconhecer padrões de cheaters, um dos focos também foi moldar a inteligência para entender padrões que fogem da normalidade.
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Treinar modelos com base em partidas anteriores nas quais o nosso anti-cheat confirmou que jogadores trapacearam, aprendendo a reconhecer padrões semelhantes em outros casos.
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Modelar como é uma jogabilidade normal para identificar comportamentos que fogem desse padrão.
Nos últimos 12 meses, a FACEIT baniu 251,9 mil jogadores por toxidade, cheat ou "smurfing". Segundo os dados compartilhados em seu site oficial, a plataforma contabiliza 18,4 mil banimentos ativos nos últimos 30 dias.
"Detectar cheats com IA tem sido um dos maiores focos da FACEIT em 2026", escreveu Arshad. De acordo com o Diretor, a FACEIT processa milhares de partidas de CS2 por mês. Graças a base extensa de jogos contabilizados, é possível que os modelos de detecção aprendam a desenvolver o reconhecimento de cheaters na plataforma.
Arshad afirmou que a colaboração continuará e que mais informações serão compartilhadas com a comunidade em breve à medida que os métodos de detecção forem implementados na plataforma.
"Antes que essas técnicas possam ser aplicadas a toda a base de jogadores da FACEIT, ainda há mais trabalho a ser feito. Nos próximos meses, vamos executar novas análises comportamentais, construindo um pipeline automatizado de dados de cheaters confirmados para que nossos modelos aprendam com eles e aprimorem a forma como coletamos mais dados de suporte para contextualizar eliminações."
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