kl1m, do MIBR, durante o IEM Cologne Major

kl1m: "O empréstimo acaba no fim desse Major, não sei o que vai acontecer no futuro"

Jogador disse que gosta de atuar no MIBR, mas despistou sobre o futuro

Um dos destaques do MIBR, Klimentii "kl1m" Krivosheev ainda não sabe se seguirá no MIBR para o segundo semestre de 2026. Após o fim do primeiro dia de disputa do IEM Cologne Major, o jogador disse que seu empréstimo termina em breve e que sua situação é indefinida.

"O empréstimo acaba no fim desse Major. Não sei o que vai acontecer no futuro", disse kl1m em entrevista à Dust2 Brasil.

"Eu não sei. Não é algo sobre o qual estou certo agora. Precisamos falar com o MIBR, com a G2, porque ainda estou sob contrato com eles. Ainda não sei", reforçou o jogador.

E kl1m foi esguio ao comentar sua preferência.

"Não sei. Eu gosto daqui, mas depende", completou.

kl1m também falou sobre a derrota para a THUNDER dOWNUNDER, a vitória contra a TYLOO, seu primeiro ano no MIBR e mais. Confira a entrevista na íntegra:

O dia foi mais difícil do que você esperava?

"Sim, um pouco mais difícil, mas o 1-1 não é ruim. Esperamos ir melhor amanhã."

Vocês enfrentaram a THUNDER dOWNUNDER no primeiro jogo na Inferno, um mapa que costumam jogar muito bem. O que acha que aconteceu?

"Não sei. Acho que eles nos surpreenderam em alguns rounds, talvez não estávamos focados o suficiente ou tínhamos uma pressão. Não estávamos concordando no que gostaríamos de fazer e eles nos pegaram desprevenidos."

E contra a TYLOO tudo parecia ir muito bem, mas, no segundo tempo, ficaram um pouco em apuros. Foi a pressão para fechar o jogo?

"Sim, talvez um pouco da pressão para fechar o jogo. Senti que poderíamos fechar no pistol, mas senti que tinha um cara caindo do pézinho e matando voando. Foi um pouco de azar. Talvez, em alguns rounds, não tivemos boas trades, bom espaçamento no lado TR. Talvez tenha sido a pressão, sim."

É seu segundo Major, você está mais relaxado aqui do que estava em Budapeste?

"Em Budapeste eu também estava relaxado. Nós viemos para jogar CS, não é como se eu tivesse uma grande pressão em mim por conta disso."

Vocês vieram aqui num grande momento por conta do CAC, é diferente por que estão em uma boa forma?

"Sim. Estamos nos sentindo muito bem como um time, mas precisamos achar consistência, porque, no CAC, jogamos alguns jogos muito bem e, depois, na semifinal contra a Legacy, não jogamos no mesmo nível. Precisamos achar uma consistência."

Antes vocês tiveram que passar muito tempo jogando campeonatos no Brasil. Dessa vez a agenda foi mais tranquila e passaram mais tempo na Europa. Foi bom?

"Foi bom, mas, às vezes, há problemas com a viagem. Por exemplo, quando eu estava vindo para cá, meu avião foi cancelado por conta do tempo. No mesmo dia eu iria pegar um trem, e eu me atrasei no trem porque o ônibus do PSG veio, e eu estava em Paris, o ônibus veio e as ruas ficaram fechadas por mais de uma hora e eu perdi o trem e tive que vir no outro dia. Demorou um dia e meio para eu chegar aqui. Às vezes ainda é difícil."

Como tem sido esse primeiro ano no MIBR, jogando num ambiente totalmente diferente?

"Eu gosto daqui. Temos alguns altos e baixos, mas estamos num momento bom. Estamos mostrando resultados melhores a cada campeonato e, desde Bucareste (campeonato da PGL), estamos jogando bem. Queremos mostrar mais consistência."

Como é jogar com o insani?

"É muito bom jogar com ele. Temos um sentimento de que temos muita responsabilidade no jogo entre nós dois. Precisamos entregar (resultado) sempre. Eu gosto de jogar com ele."

Você disse que gosta de jogar no MIBR, como é o futuro para você nesse time?

"O empréstimo acaba no fim desse Major. Não sei o que vai acontecer no futuro. Eu não sei. Não é algo sobre o qual estou certo agora. Precisamos falar com o MIBR, com a G2, porque ainda estou sob contrato com eles. Ainda não sei."

E se fosse uma decisão só sua?

"Não sei. Eu gosto daqui, mas depende."

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